Uma dupla inusitada foi formada em 1969, o jogador Pelé e a cantora Elis Regina, fizeram juntos um disco Tabelinha com duas composições de Pelé, Vexamão e Perdão, não tem! Escutem o vexamão de perdão, não tem!
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
"Eduardo e Mônica" - Renato Russo
Quem nunca escutou, precisa ouvir, conhecer o gênio Renato Russo e uma das suas melhores músicas, "Eduardo e Mônica". Na qual cita diferenças, atritos e convivência de um casal. Essa a dica para vocês.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Por você!
Delírio, esqueço a lógica e acredito na continuação. Sigo, permaneço tentando, me esforço em buscar qualidade, mas ainda vacilo na mesmice da repetição. Patético, banal e previsível, coloco afeto em abundância, a palavra acaba ficando solta perdida na história. Com frases soltas, idéias desconexas, assim acabo afastando e assustando novos amores.
Sonho, fãs, elogios, agrados e mimos. Nas ruas reconhecido, autógrafos aos montes, assédio do público, mera ficção, nem nos textos conquisto. Chato, feio, horrível,deprimente, não eu, mas as frases escritas por mim. Contraste a realidade solitária, abandonado, quase vazio, triste e depressivo. Sem ressentimentos, com tesão queria conquistar, encantar e atrair.
Lamento, fase ruim, um único personagem e fatos contados a revelia. Tento simplificar, reduzir o contexto, resumir e ser dinâmico. Evito enrolar, brusco corto artigos e síntese, ninguém entende, gosta ou aprecia. Rabisco, rascunho e procuro emoção por você. (por Iberê)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
"Fogo e Paixão" - Wando
"Você é luz
É raio estrela e luar
Manhã de sol
Meu iaiá, meu ioiô
Você é "sim"
E nunca meu "não"
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão...
Me suja de carmim
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E quando sai de mim
Leva meu coração
Eu sou fogo
Você é paixão...
Você é luz
É raio estrela e luar
Manhã de sol
Meu iaiá, meu ioiô
Você é "sim"
E nunca meu "não"
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão...
Me suja de carmim
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E quando sai de mim
Leva meu coração
Você é fogo
Eu sou paixão...
Você é luz
É raio estrela e luar
Manhã de sol
Meu iaiá, meu ioiô
Você é "sim"
E nunca meu "não"
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão...
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão..."
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E quando sai de mim
Leva meu coração
Eu sou fogo
Você é paixão...
Você é luz
É raio estrela e luar
Manhã de sol
Meu iaiá, meu ioiô
Você é "sim"
E nunca meu "não"
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão...
Me suja de carmim
Me põe na boca o mel
Louca de amor
Me chama de céu
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
E quando sai de mim
Leva meu coração
Você é fogo
Eu sou paixão...
Você é luz
É raio estrela e luar
Manhã de sol
Meu iaiá, meu ioiô
Você é "sim"
E nunca meu "não"
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão...
Quando tão louca
Me beija na boca
Me ama no chão..."
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Contraste de fases
Vibrante, eufórico, motivado e feliz, juntos sintonia e momentos agradáveis. No começo, o encontro dos dois, quase um instante mágico. Chavões românticos parecem servir para definir a união. Querem compartilhar, dividir as situações positivas ou negativas. Sentimento perceptível, harmonia no olhar, trocam caricias e na teoria o mundo encantado.
Realidade, acaba com a ficção, aos poucos se percebe os defeitos, irritação com qualquer motivo ou até sem nenhum. Atritos por canal da TV, pela escolha da comida, por futilidades. Triste, brabo, irritante, mas vontade de ficar só, evitar o contato. Expressão fechada, ausência de sorriso e palavras. Conversas as básicas já viram DR. Final evita aproximação, distância vira rotina e romantismo delírio.
Brusco, mas temos mudanças, antes amor, modifica o significado e pode em segundos se tornar insuportável. Na interação de um casal o equilíbrio o indicado, porém quando se refere a emoção vai da escala de interesse intenso para falta dele. (por Iberê)
sábado, 5 de novembro de 2011
"Amante Profissional" - Herva Doce
"Alô?
Alô, quem é que tá falando?
É o amante profissional
Como é que você é, hein?...
Moreno alto, bonito e sensual
Talvez eu seja a solução
Do seu problema
Carinhoso, bom nível social...
Inteligente e à disposição
Pr'um relacionamento
Íntimo e discreto
Realize seu sonho sexual...
Prá qualquer tipo de transação
Sem compromisso emocional
Só financeiro
E o endereço prá comunicação
Prá caixa postal
Do amante profissional...
Amor sem preconceito
Sigilo total!
Sexo total!
Amante profissional...
Moreno alto, bonito e sensual
Talvez eu seja a solução
Do seu problema
Carinhoso, bom nível social...
Inteligente e à disposição
Pr'um relacionamento
Íntimo e discreto
Realize seu sonho sexual...
Prá qualquer tipo de transação
Sem compromisso emocional
Só financeiro
E o endereço prá comunicação
Prá caixa postal
Do amante profissional...
Amor sem preconceito
Sigilo total!
Sexo total!
Amante profissional..."
Talvez eu seja a solução
Do seu problema
Carinhoso, bom nível social...
Inteligente e à disposição
Pr'um relacionamento
Íntimo e discreto
Realize seu sonho sexual...
Prá qualquer tipo de transação
Sem compromisso emocional
Só financeiro
E o endereço prá comunicação
Prá caixa postal
Do amante profissional...
Amor sem preconceito
Sigilo total!
Sexo total!
Amante profissional...
Moreno alto, bonito e sensual
Talvez eu seja a solução
Do seu problema
Carinhoso, bom nível social...
Inteligente e à disposição
Pr'um relacionamento
Íntimo e discreto
Realize seu sonho sexual...
Prá qualquer tipo de transação
Sem compromisso emocional
Só financeiro
E o endereço prá comunicação
Prá caixa postal
Do amante profissional...
Amor sem preconceito
Sigilo total!
Sexo total!
Amante profissional..."
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Rir a toa
Imprevisto, atitudes desconexas e desgaste, ambiente confuso, estranho e modificado a revelia. Provocações constantes, deboches e falta de interesse, apenas um se expondo, só um amando. Na relação, sozinho, algo impossível, precisa ter troca de olhares, beijos e caricias. Quando as trocas são de ofensas, agressões e insultos, momento de suspender.
Juntar as peças, recomeçar o quebra-cabeça afetivo, com afinidade em instantes se monta novo. Porém com ausência de afeto, sempre falta alguma peça, fica incompleto e inacabado.
Segredo, mistério, suspense, cada pessoa tem um jeito, uma maneira de se relacionar. Eu, procuro quase nada, apenas uma mulher atraente e com senso de humor. Quero momentos agradáveis onde se pode rir a toa, na boa. (por Iberê)
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Sem ponto, vira nó
História no começo descontraída, divertida e agradável, mas atrito, lapso e interrupção. Ficou enrolado e confuso, precisava parar, tinha ficado sem sentido seguir. Cada novo contato, discussão, divergência e intimidade indo embora. Ela insistia queria tocar adiante o relacionamento, mas o final era inevitável. Eu, queria sair o quanto antes, para ao menos na memória guardar registros positivos.
Tentei ser discreto, sair de fininho, sem chamar atenção, nem fazer estardalhaço desnecessário. Objetivo simples continuar, mas recomeçando outra história. Ela, mandava torpedos em seqüência, alternando conteúdo entre carinhosos e agressivos. Emails, caia no spam, apagava nem lia, ligações várias, rejeitava, afinal tinha acabado. Perturbou, incomodou, me assustei lembrei inclusive do filme Atração Fatal, no qual no surto mulher coloca coelho em panela fervendo. Pensei na cena com lágrimas, imagina essa imagem com uma das minhas chinchilas.
Resolvi suspender a sutileza, estava precisando de um ponto final, história estava virando nó. Tática suave, neste caso estava sendo inútil. Afastamento era lógico o desfecho. Direto, brusco e seco, respondi: -Lamento acabou. Última mensagem dela: - Estou me sentindo uma ridícula por estar tão apaixonada por você.
Ponto, chega, vou encerrar aqui esse texto. Caso contrário, pode ficar tipo essa história sem sentido, graça e virar nó. (por Iberê)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Conversa de Amigos
Restaurante, petiscos, sentados falam e comem em abundância. Churrasco , grelhado, pizza, xis, o cardápio é variado.
Compartilham, momentos agradáveis na convivência. Lembram de casos acontecidos na infância, fatos marcantes da adolescência e histórias atuais. Conversam de forma direta, sem receio das palavras. Possuem intimidade e podem compartilhar a realidade de maneira transparente.
Eles costumam se encontrar, ao menos uma vez por semana. O dia pode alternar de acordo com as agendas. As mulheres ficam fora, amizade é deles e longa. Neste período muitas se foram, algumas tentaram e poucas continuam. Papo de macho, nada superficial, tem conteúdo. Abordam assuntos sérios como política, esportes e cultura. Porém, gostam mesmo de citar a qualidade da mulher alheia. A gostosa da propaganda, a estrela do filme e a garçonete atraente. Nunca as próprias, preservam a exposição de detalhes da namorada, noiva e esposa. Os rolos e casos passageiros, divulgam informações. Discutem a preferência, trocam relatos.
A expressão de pânico, quando algum recorda a menstruação atrasada da respectiva. A possibilidade de ser pai de forma imprevista, choca todos na mesa. Conselhos como evitar retorno de relação afetiva. Risco na reconciliação pelo famoso golpe da pílula. O desespero de ex, não tem limite, suspendem hábitos antigos por uma tentativa brusca de continuar.
Dão risadas da mesa ao lado, o coitado do marido tem um tipo vulgar. A figura ridícula e caricata, roupas estranhas e necessidade extrema de chamar atenção. Silêncio constrangedor, quando tem presença de toque de grude. A vítima nem atende a ligação, mantém o papo descontraído.
Olham para cena esquisita, discussão, brigaem público. Ela demonstra falta de equilíbrio e incapaz de uma conversa. O atrito no local, gera revolta. Rejeitam escândalos, nestas condições improvável afeto. Gostos diferentes, mas o critério de escolha igual. Uma mulher atraente, agradável e liberdade individual. Condições de diálogo e apta a ajustes necessários na relação afetiva. (por Iberê)
Dão risadas da mesa ao lado, o coitado do marido tem um tipo vulgar. A figura ridícula e caricata, roupas estranhas e necessidade extrema de chamar atenção. Silêncio constrangedor, quando tem presença de toque de grude. A vítima nem atende a ligação, mantém o papo descontraído.
Olham para cena esquisita, discussão, briga
terça-feira, 1 de novembro de 2011
A Espera
Odiava esperar. Gostava dela, mas estava abusando da sorte. Parecia um idiota, os amigos olhavam e riam. Ninguém acreditava no meu mico. Será que seria deixado na mão e abandonado?
Ele está esperando. É bom fazer um charme, deixar ansioso. Esperei cinco anos, por que ele não pode esperar quinze minutos? Por outro lado... Já demoramos tanto. Homem tá difícil. Vou entrar agora. Não! Só mais um minuto.
Irritado com a demora, já estava me distraindo. A amiga com belo decote chamava atenção. Olhava com descrição. Tantas opções! Teria feito a escolha certa?
Ok, fiz a escolha certa. Vou entrar agora. Já deu tempo. Agora eu vou. Espera! Eu quero isso? Lavar, passar, cozinhar, limpar banheiro? E a mãe dele? Está lá na frente, a velha. Me odeia. Bem, tem vingança melhor do que casar com o bebê dela? Agora eu vou.
Nunca fui atrás dos palpites da minha mãe. Porém tinha falado como sempre que estava entrando em fria. Talvez desta vez tenha acertado. Deve ter jogado uma praga, justo agora que estava levando a sério. As duas não se davam, pareciam me disputar.
Agora é prá valer. Controle-se! A música começou, a marcha nupcial. Está tudo bem, tudo sob controle. É só andar. Um pé de cada vez. Igreja cheia! Por que todo mundo me olha? Olha prá ele. Ele está lá na frente. É o noivo. Olha lá! Esse sorriso colado na minha cara. Estou me sentindo toda tensa. Olhem prá ele. Ele está tão... tão lindo.
Mandei tocar a música, enfim apareceu a noiva. Anda logo criatura, já estou afim de sair desta igreja. Não agüento mais escutar as piadas do padre. Providenciei uma taxa para o teto da capela.
Não sei que graça acham em noiva. Gente , é só uma mulher entrando na igreja. Peraí! O que é aquilo? A ex? Cara de pau, dos dois! Vou mandar colocar essa mulherzinha prá fora. Pensando bem, querida, fica e assiste. A festa de vocês acabou definitivamente. Ganhei!
Sou um homem prevenido, resolvi ligar para minha ex. Sim, se ela não viesse não iria sair sozinho daqui. Ia ter festa igual, o plano B já estava em ação. Casava com a outra, só para não ficar de palhaço.
Ganhei! Ganhei? Ganhei o que? Trabalho, casa, filhos e, daqui a alguns anos, quando eu estiver velha, o divórcio. Vai me trocar por outra com metade da minha idade. Vou embora. Ah, mas olha... estou chegando. Cinco anos. Ganhei a corrida, venci a sogra e a ex! Depois, ele tão lindo e tão perto.
Se falar não, dou um tapa na cara. Aqui dentro só tem uma alternativa. Tomara que não faça como nos jantares e resolva refletir muito antes de responder. Não vejo a hora de tirar essa gravata e esse terno ridículo. Perdi, agora vou ser vigiado de perto.
Altar, finalmente! Padre. O que ele está falando mesmo? Nossa! Precisa isso tudo? Não dá para ir direto para parte do 'eu vos declaro marido e mulher'? Tô com fome, esse sapato está me matando e a calcinha... Humm! Não posso pensar em calcinha na frente do padre. E o outro? Parece meio nervoso. Será que vai dizer não? Mando matar. Não! Mando capar!
Certo agora vai essa inhaca. Já dei um cheque ao padre para acelerar esse discurso sem sentido. Vamos logo para parte do sim.
A essa altura do campeonato eu aceito tudo. Sim! Sim! Sim! Agora é você. Anda, diz logo que aceita.
Demoro um pouco para responder. Lembro das outras, como aceitar de forma passiva o cativeiro.
Anda! É rápido. É só dizer 'aceito'. 'A-cei-to'. Anda!
Digo sim. Choro, olho os decotes em volta e penso em quantas beldades estava perdendo.
Ufa! Por um instante eu ouvi as risadas da velha, o olhar vitorioso da ex. Esse é meu. Não, não é uma questão de vaidade. Sabe, como é. Bonito, bem empregado, sexo ótimo. Outro assim, só em mais outros vinte anos prá achar. Tem que ser racional nessas horas!
Vai ser barbada enganá-la. Parece apaixonada e sem noção. Certo vou conseguir dar umas escapas e curtir.
Chegamos ao 'pode beijar a noiva'. Finalmente. Até que... Olha, até que eu fiz uma boa escolha. Vamos lá. Já fizemos várias vezes.
Cena estranha, beijo sem graça e com trezentas pessoas batendo palmas. Nada caliente, não posso continuar, sem mãos e suave. Parece algo juvenil, mas pelo menos acabou esse negócio.
Estranho, mecânico. Tudo bem! Você se sai melhor mais tarde! Só quero sair logo daqui. O sapato continua apertando e aqui tá quente feito o inferno.
Acabou. Agora vou beber para tentar esquecer. (por Iberê e Betânia)
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