quinta-feira, 8 de março de 2012

A Querida aqui

Esta para chegar, A Querida, no primeiro voo com destino para Porto Alegre, nem durmo para evitar atrasos. Chego cedo no aeroporto e levo mimos, uma coração de chocolate com bombons recheados feitos por mim. Começo caminhar ansioso pela demora, olho terminal de idas e vindas, cadê? Fico procurando o avião de Sonhos Sem Limites, cidade distante só viável para sonhadores. Após cansar de tanto andar sem destino, enfim avião no pátio. Corro em direção ao desembarque para esperar A Querida. Começa sair pessoal, passa uma bonitinha, olha de canto de olho, será? Porém não era ela, surge uma mulher atraente vou em direção, mas me atrapalho. Um sorriso, uma mão esticadinha acenando, oba agora sem chance de errar. Acertei mesmo e em cheio, gostosa e tortinha de tão boa. Aproximo, bagagens em abundância, disfarço, mas penso quantas vidas ela vai ficar aqui, nem avisei os canários, vou ser expulso de casa. Decote puxa meus olhos, nem disfarço, provocante veio de sainha, pernas torneadas se destacam e meu olhar fixo por cada parte daquele corpo encantador. Irresistível, exalava tesão em observar aquela mulher, falo no ouvido umas palavras. Estou fascinado por ti, com desejo te pegar, como nunca tive antes.
Cato as malas e vamos para o carro, seguir a cena. Educado abro a porta e entrego o coração de chocolate com bombons recheados. Momento clichê e romântico. Abre a embalagem e pega um bombom recheado com cereja, mas no embalo e devido aos beijos, cai uma gota pelo decote sobre os seios. Por instinto caio de boca e sem frescura. Esbraveja algo, aqui não vamos para tua casa logo. Cravo o pé no acelerador em minutos chego.
Em casa minhas mãos se soltam e circulam por cada trecho, afasto com jeito, mas com rapidez  os resíduos de roupa para dar continuidade. A Querida reage e pede deixa dançar para você, fica só com espartilho e meia calça. Coloca uma música envolvente. Nem escuto, estou de cueca sobre a cama e esperando a deixa para pegá-la. Provocante, meia luz e com movimentos sensuais, deliro e fico empolgado. Engatinha na cama, ai não resisto puxa e dou tipo um ipon. Corpo dela fica rente ao meu, afasto enfim o resto de roupas e o ato. Função pegada, sons de gemidos e sussuros. Canários acordam com barullho e seguimos no canto dos bichos até o prazer. (por Iberê)








9 comentários:

Aline V. Melo disse...

essa história é real???? é aquela da internet é????? ou é apenas criação?

=)

bjos

Simey Lopes disse...

Isso é um texto com a cara do Ibere...
empolgante, delirante e sensual...
gostei muito desse texto, olha vc ai de novo. ;)

André disse...

Aí que me refiro Iberê..agora sim!!
Abs

O Cercadinho disse...

Aline V. Melo, toda história é real o ficção, depende da vontade de viver.

bjs
(por Iberê)

O Cercadinho disse...

Simey Lopes, grato pelo elogio ao texto, obrigado pelas palavras carinhosas.

bjs
(por Iberê)

O Cercadinho disse...

André, segue por aqui e xinga, quando quiser, mas nunca esperei um elogio, grato.

abs
(por Iberê)

O Cercadinho disse...

André, segue por aqui e xinga, quando quiser, mas nunca esperei um elogio, grato.

abs
(por Iberê)

Ludi disse...

*___* lindoooo d+!!

Sara disse...

Devaneio ou realidade, não importa...deu água na boca essa história, e não só pelos bombons...

bjus doces

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